Violões pela Cidade

Aprovado em 2014 pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, o projeto Violões pela Cidade está em sua terceira edição e tem como propósito aproximar o instrumento do público belo-horizontino a partir de um ciclo de recitais realizados nos centros culturais da capital. Cinco jovens talentos, se revezam para levar ao público repertórios com temáticas próprias e bem específicas do universo violinístico, o que cativa todas as classes sociais e faixas etárias.

Seu marco é a diversidade cultural e estilística, notadamente presente em seu vasto repertório, que abarca variados estilos, gêneros e períodos históricos musicais, incluindo peças que vão da renascença italiana até o violão popular brasileiro. O projeto foi idealizado para ser um um grande festival de violões, com atividades descentralizadas, gratuitas e que valorizem a produção musical da cidade. Todos os músicos são nascidos na capital ou realizam nela suas atividades.

Artur Miranda Azzi, Anderson Reis, Lucas Teles, Marcos Matturo e Stanly Levi, são os músicos que integram o projeto. Cada qual, com seu gênero e técnica singular, levará ao público seu próprio repertório. Além da concepção artística, o festival tem também um forte caráter formativo à medida que os concertos mantêm um viés didático, incluindo aí, apresentações audiovisuais, comentários dos artistas e conversas formais destes com o público.

Na edição de 2016, Violões pela Cidade será apresentado em 8 centros culturais da capital mineira, de julho a novembro, perfazendo o total de 40 concertos realizados. Serão dois recitais apresentados a cada semana. Os músicos se revezam durante os cinco meses, de modo que cada artista faz uma apresentação em cada um dos centros culturais. São eles: Bairro das Indústrias, Jardim Guanabara, Padre Eustáquio, Pampulha, São Bernardo, Lindeia/Regina, Urucuia e Venda Nova.

Histórico

O Projeto Violões pela Cidade nasceu em 2013, dentro do Programa Horizontes Musicais executado pela Fundação Municipal de Cultura. Nesta ocasião foram apresentados 31 concertos. Já a segunda, ocorrida em 2014, contou com 30 apresentações. Ambas contemplaram seis centros culturais de Belo Horizonte. A edição deste ano cresceu em contingente e em abrangência, e irá passar por oito aparatos de cultura da capital mineira.

Além de levar ao público toda a riqueza e possibilidades artísticas dentro do universo violinístico, o projeto tem ainda por objetivo descentralizar as opções de lazer e cultura existentes na capital ao alcançar as populações das regiões periféricas de cidade, fomentando o fortalecimento dos equipamentos culturais por onde passam.